10.12.09

Eu, por ele.

Estou triste. Tenho tristeza em mim. Tenho saudades dos dias verdes e alegres. Escrevo sentada numa escola triste. A única alegria é este sol pintado que deixou na parede, mas está velho. Tem as suas pernas partidas a sua cara tapada. Perdi a única esperança. A minha única amiga. Tenho apenas tristeza. Vejo as paredes do meu coração cheias de musgo. Gosto da alegria, mas nunca mais a encontrei. Fugiu na boca do nosso pombo azul. Não poderei fazer mais poemas. Este é o último da minha vida. Sinto que morro de tristeza.
Dele, o Vitaum.

6 comentários:

Anônimo disse...

Ela se foi, e nem sei se volta! Se voltar é com outra cara, outra proposta, outro esteriótipo! Ela cançou de ser previsível e se foi por um tempo...precisa se reciclar..precisa se surpeender para causar impacto em alguém, que seja nela própria! Até a volta...ou não.

[Manú] disse...

O que sei é que a poesia, essa iniludível, nunca deixa os corações onde morou. Ela apenas adormece e um belo dia acorda,satisfeita do descanso.

Abraço!

Anônimo disse...

Eu sei que você não vai parar tão cedo, menina Pipa.

Eu te amo.

Um beijo
Gustavo

Cris Carvalho disse...

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Ei, PSiu! eu estou aqui.... do lado esquerdo!

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pipanoar disse...

Taum veno gente? Quem pranta coe!

Um cheirin de alecrin da Pipa-Cris

O Bernardo disse...

Você não consegue (conseguia) escrever porque está (estava) triste? Me ensina a escrever sobre coisas felizes, por favor!