Estou triste. Tenho tristeza em mim. Tenho saudades dos dias verdes e alegres. Escrevo sentada numa escola triste. A única alegria é este sol pintado que deixou na parede, mas está velho. Tem as suas pernas partidas a sua cara tapada. Perdi a única esperança. A minha única amiga. Tenho apenas tristeza. Vejo as paredes do meu coração cheias de musgo. Gosto da alegria, mas nunca mais a encontrei. Fugiu na boca do nosso pombo azul. Não poderei fazer mais poemas. Este é o último da minha vida. Sinto que morro de tristeza. Dele, o Vitaum.
6 comentários:
Ela se foi, e nem sei se volta! Se voltar é com outra cara, outra proposta, outro esteriótipo! Ela cançou de ser previsível e se foi por um tempo...precisa se reciclar..precisa se surpeender para causar impacto em alguém, que seja nela própria! Até a volta...ou não.
O que sei é que a poesia, essa iniludível, nunca deixa os corações onde morou. Ela apenas adormece e um belo dia acorda,satisfeita do descanso.
Abraço!
Eu sei que você não vai parar tão cedo, menina Pipa.
Eu te amo.
Um beijo
Gustavo
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Ei, PSiu! eu estou aqui.... do lado esquerdo!
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Taum veno gente? Quem pranta coe!
Um cheirin de alecrin da Pipa-Cris
Você não consegue (conseguia) escrever porque está (estava) triste? Me ensina a escrever sobre coisas felizes, por favor!
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