Minha doce pássara. Não saberia te dizer qual seria a dosagem certa, mas com certeza farão efeito o tempo suficiente para que as palavras tenham força suficiente para renascer, sem ficarem presas no céu da boca.
Venho deixar um abraço imenso e retribuir o carinho, seja por tantos anos, ou por alguns dias. Mas principalmente, pela troca e bonitezas que surgem e dos amigos que conquistamos e que no fundo, no fundo, não são tão virtuais assim...
Tem um presente pra você aqui: http://ancoradanoriso.blogspot.com.br/2013/03/vasto-coracao.html
Espero que se sinta num abraço e que goste. Deixo o meu carinho. Beijo na alma, Sam.
Gritei teu nome naquele silêncio que entorta as esquinas. Fosse o alvoroço, ou mesmo não fosse, ecoei pelas ruas desta cidade estreita esparramada abaixo do teu céu. Três ou quatro nuvens cerram as janelas e portas de teu castelo. Não há ninguém em casa, advertem-me. Daqui do chão, Lídia, necessitamos insensatamente das tuas palavras de chuva. Faz trovejar novamente. Não para assustar o que dormem sem saber o que acontece, mas para que teu estrondo encante-nos novamente o coração e que seja nessa luminosidade que rasga o horizonte que você volte para nossas vidas. O silêncio não melhora, amordaça.
12 comentários:
Que não se faça (over)dose de quase ída.
beijo na alma
Sam.
Lidia, é tempo de dizer. Calar-se, ficou para trás. Bjo.
"A verdade mora no silêncio que existe em volta das palavras." Rubem Alves
Mas, sim, é tempo de falar! E de viver.
Minha doce pássara.
Não saberia te dizer qual seria a dosagem certa, mas com certeza farão efeito o tempo suficiente para que as palavras tenham força suficiente para renascer, sem ficarem presas no céu da boca.
Beijos e_ternos.
O silêncio é o contexto ideal para as palavras necessárias se fazerem ouvir.
Espero-as
alguma coisa deve ter gritado dentro de algum lugar...
cabeça ou coração?
Venho deixar um abraço imenso e retribuir o carinho, seja por tantos anos, ou por alguns dias. Mas principalmente, pela troca e bonitezas que surgem e dos amigos que conquistamos e que no fundo, no fundo, não são tão virtuais assim...
Tem um presente pra você aqui: http://ancoradanoriso.blogspot.com.br/2013/03/vasto-coracao.html
Espero que se sinta num abraço e que goste.
Deixo o meu carinho.
Beijo na alma,
Sam.
Nem para o céu nem para o inferno... escritores, quando morrem, vão para a eternidade.
PIPA!
PIPAAAA!
Gritei teu nome naquele silêncio que entorta as esquinas. Fosse o alvoroço, ou mesmo não fosse, ecoei pelas ruas desta cidade estreita esparramada abaixo do teu céu. Três ou quatro nuvens cerram as janelas e portas de teu castelo. Não há ninguém em casa, advertem-me. Daqui do chão, Lídia, necessitamos insensatamente das tuas palavras de chuva. Faz trovejar novamente. Não para assustar o que dormem sem saber o que acontece, mas para que teu estrondo encante-nos novamente o coração e que seja nessa luminosidade que rasga o horizonte que você volte para nossas vidas. O silêncio não melhora, amordaça.
Para quando puderes abraçar,
abraçarei também.
o silêncio muitas vezes é necessário, faz bem tomar alguns boas doses
o efeito
é a poesia.
flores.
Silêncio por tempo demais machuca a gente.
;*
Postar um comentário